Anfiteatro da Sabedoria Eterna - Figura A Cidadela Alquímica


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A Cidadela Alquímica

O ser humano está regenerado (prancha 2); recém nascido, ele tem o ardor, o impulso, a força da criança; a natureza sorri-lhe e fala-lhe; é uma vida nova que se abra para ele; é preciso que ele aprenda agora a conhecer esta natureza que o rodeia, a qual ele deve amar e sabiamente governar. O seu estado não é mais o do início, onde, mergulhado no egoísmo e nas trevas, ele só tinha erro à sua volta. Ele conseguiu, como dizem os Eddas, matar o dragão e beber o seu sangue; e agora, ele compreende a voz dos pássaros e vê a verdade sob o símbolo das formas. A confiança feliz, a meditação silenciosa vão levá-lo pelo caminho desprezado pelos fortes, pelos hábeis, o único que conduz ao centro da cidadela com sete torres onde a natureza escondeu os seus mistérios. Mais, este caminho é barrado por um juiz incorruptível que pede, para baixar a ponde levadiça, boas obras como pagamento. Se ele pode pagar, ele entra então no centro da cidadela: lá encontram-se inscritos, numa língua que falam todos os seres da natureza, os segredos da vida universal.


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