Anfiteatro da Sabedoria Eterna - Dedicatória 6


É devida unicamente aos filhos da DISCIPLINA e da DOUTRINA,

unicamente aos fiéis e puros herdeiros amados

candidatos à SACRO SANTA SABEDORIA

porque as coisas sagradas não devem ser dadas aos cães, nem as

pérolas lançadas aos porcos, violentamente obcecados pelo diabolismo;

PORQUE NEM TODAS AS COISAS convêm a todos,

mas segundo

QUEM, ONDE, AOS QUAIS, PORQUÊ, COMO

QUANDO e QUANTO

DA ALMA RECONHECIDA, DA REVERÊNCIA,

DA CARIDADE, DA GRATULAÇÃO,

DA ATENÇÃO,

DA ADMIRAÇÃO, DA HONRA DEVIDA,

Portanto

HENRI  KHUNRATH,  DE  LEIPSIG,

fiel amador da TEOSOFIA e

DOUTOR de uma e da outra medicina;

CONSAGRA-O humildemente, DEDICA-O oficiosamente,

OFERECE-O amigavelmente, INTITULA-O dignamente,

LEGA-O religiosamente,

DÁ-O respeitosamente, DISPÕE-NO estudiosamente,

P O R   I A H W E H

que o inspira, que o inflama, o estimula e lho concede

TRI-UM

Douto, Doutor, Inventor e Autor,

NO ANO DE MASCHIACH

enviado segundo a promessa Divina,

M D C I V

------------------

H A L L E L U - I A H !   H A L L E L U - I A H !   H A L L E L U - I A H !

Fi Diabolo!

Três e quatro fi a todos os caluniadores, quais quer que eles sejam, nenhum excluído!

A   I A H W E H

TRI-UM

LOUVOR, HONRA E GLÓRIA.

AMÉM


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Anfiteatro da Sabedoria Eterna - Dedicatória 5



a Agnição, Cognição, União
e Fruição
a Cognição a Cognição
e a Fruição
DE IAHWEH
e de JESUS CRISTO
que ele enviou,
e dos Livros da Sacro Santa Escritura,
Tri-Una.
DA SUA IPSEIDADE PRÓPRIA,
Tri-Una.
DO MUNDO maior,
e do seu Filho, a MAGNÉSIA
dos Filósofos, que ele deu;
um como o outro
Tri-Um.


Quer dizer

que os mostra

pela SOFIA ortodoxa

catolicamente

T O D O S   O S   T R Ê S

como num límpido espelho;

CUJA

A P O C A L Í P T I C A   C H A V E

TRI-UNA

dos mistérios impenetráveis

(visto que o PAI DAS LUZES, abrindo o tesouro

da sua Benignidade divina, liberalmente lhe

concedeu)

dignamente reservada ao poder do autor DESTA OBRA,

pela sua LEI

Tri-una, santa, equitativa e justa

quer dizer

por intermédio

D A   F É,

D O  S I L Ê N C I O  L E G Í T I M O

e

D A S  B O A S  O B R A S

(que dizem respeito pelo menos à alma reconhecida).


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Anfiteatro da Sabedoria Eterna - Dedicatória 4


C R I S T I A N O  -  C A B A L Í S T I C A

D I V I N O  -  M Á G I C A


e também

F Í S I C O  -  Q U Í M I C A

T E R T R I U N A  -  C A T Ó L I C A



Na qual, Teo- e Filo-SOFICAMENTE é ensinada a VERDADEIRA
CIÊNCIA e o seu estudo que é a fonte mais sincera da FILOSOFIA,
a origem natural do INTELECTO, o Poder e a Luz essencial DA
NATUREZA catolicamente difundida no MUNDO e realmente,
sinoticamente, catolicamente existente no seu FILHO que é a
MAGNÉSIA dos Sábios; e também o DIREITO ou a LEI
DE DEUS divinamente escrita nos nossos corações, e
mesmo o método de entender e de interpretar
habilmente e ortodoxamente a BÍBLIA
sagrada; e ainda a CIÊNCIA da árvore
da Vida do Bem e do Mal, e das coisas
honestas e vergonhosas, todas as
coisas que são abundantemente
explicadas;

OBRA, Teórica e Prática, atestando uma autópsia (fi de Momus e de
Zoïle) realmente superior, novamente corrigida, ANFITEATRICAMENTE
provida de QUATRO círculos e de outras FIGURAS hieroglíficas,
artisticamente gravadas sobre cobre, a fim de assinalar e vingar a
causa da VERDADE que, em certos lugares, sofre ao despeito do
pudor de uma violência muito iníqua, que está como que gemendo,
vergando sob o peso das calúnias e quase (ó dor!) sucumbindo,
perto da morte; pela qual também é fornecida aos seres humanos
a ocasião de modo algum condenável de experimentar e de
praticar excelentemente em público certas outras artes e
indústrias, e que, por um devoto movimento da alma, e na
UTILIDADE comum e para a UTILIDADE do mundo
CRISTÃO é enfim, com grande esforço (mas em breve,
se como eu espero, ele for suficientemente perfeito)
enviada,

que ensina, tanto quanto pode e deve, a SABEDORIA VERDADEIRA e
QUANDO, COMO, PORQUÊ, em QUANTO TEMPO, a QUEM,
o QUÊ, ONDE, com a AJUDA DE QUÊ ela é ensinada;
o MAIS ALTO DOS BENS do SER HUMANO,
fecundo tanto na vida futura quanto nesta vida,
dom de DEUS, singular, ter-tri-um,
catolicíssimo, quer dizer:


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Anfiteatro da Sabedoria Eterna - Dedicatória 3


VII.

ÀS CIÊNCIAS E ÀS ARTES,
todas em geral, pelas quais
a glória de Deus se estende sobre toda a Esfera Terrestre,
e principalmente às ciências mais secretas e mais
sublimes que se realizam espagiricamente
por meio do FOGO que prova
todas as coisas,

ESTE ANFITEATRO

D A  S A B E D O R I A  E T E R N A

ÚNICA VERDADEIRA

E mesmo

Destas virgens muito castas, que, como ELA tocam quase nas
residências sagradas mais secretas, e das quais não existem,
entre as Ciências e as Artes úteis, sobre toda a Esfera
Terrestre, no género humano, outras mais augustas,
outras mais santas e (devido à UTILIDADE e aos
FRUTOS, tanto macro como micro-cósmicos
como DIVINOS, salutares na Eternidade),
outros mais eminentes

D A  C A B A L A,  D A  M A G I A  E  D A  A L Q U I M I A

Prudentissimamente, Teo- e Filo-Soficamente auxiliadoras (por um
artifício miraculoso e múltiplo) da SUA HEROINA, muito santa,
no ORATÓRIO e no LABORATÓRIO macro e micro-cósmico,
necessariamente repurgadas sob a conduta e pela assistência de
RUACH-HHOCHMAH-EL, e segundo a norma da Verdade
da mais Santa e CRISTÃ FILOSOFIA, única verdadeira,
de todos este espectros enganosos, destes sofismos
execráveis, diabolicamente e falsamente
substituídos pela própria VERDADE;
conformadas de novo sinceramente
pela destreza católica a exemplo do
Arquétipo; dignamente restituídas
e restauradas à sua primordial
Simplicidade e Bondade
tri-uno-Católica,


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Anfiteatro da Sabedoria Eterna - Dedicatória 2


II.

A TODA A MILÍCIA OMNIPOTENTE DO EXÉRCITO
ESPIRITUAL E CELESTE,
respeitosamente reunida;
a estes espíritos de chama que são os ministros de IAHWEH,
divinamente concedidos a mim,
e assistindo-me de livre vontade,
pelo seu serviço didático e tutelar,

III.

AO SEU PRÓXIMO
(àquele que ama verdadeiramente e artisticamente o seu Deus)
a todos os fieis, quais quer que eles sejam,
amando-o extremamente,

IV.

A ELE PRÓPRIO
servidor e órgão de DEUS
(que a jactância e a calúnia estejam longe da minha boca!)
com todo o cuidado possível, segundo a medida dos DONS,
pelo SENHOR, muito liberalmente atribuídos,

V.

A TODA A SACRO SANTA ESCRITURA BÍBLICA,

útil para instruir, para demonstrar, para corrigir, para conduzir na
justiça, afim de que o SER HUMANO DE DEUS seja perfeito,
estando preparado para todas as obras do bem,

VI.

À NATUREZA
mirífica, regida pelos ELOHM no MUNDO universal
(e ao seu Filho, chamado a MAGNÉSIA dos Filósofos nunca odiosa),
que deve ser considerada como MOVIMENTO e LUZ;

Por fim:


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Anfiteatro da Sabedoria Eterna - Dedicatória 1



A O      E T E R N O,      A O      I N V I S Í V E L

AO ÚNICO SÁBIO, AO MELHOR

D E      T O D O S      O S      S E R E S

INFINITO E ONIPOTENTE

(TZABAOTH)             (AELOHIM)             (TETRAGRAMMATON)

AO DEUS DOS DEUSES

O SER DOS SERES

T R I - U M

SANTO, SANTO, SANTO

AO PAI, e AO FILHO, incarnado na plenitude dos tempos

JESUS CRISTO, assim como o

ESPÍRITO SANTO,

Da Universalidade das coisas existentes, criadas e

encerradas em todo o UNIVERSO

AUTOR, CONSERVADOR, GOVERNADOR

para sempre;

Ao seu SENHOR e SOBERANO Universal, benigníssimo,
temendo-o fielmente, amando-o unicamente, adorando-o
humildemente; e em toda a eternidade, com a
devoção que lhe é devida, com razão
louvando-o;


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Anfiteatro da Sabedoria Eterna - Argumento do Sétimo Grau


ARGUMENTO

DO SÉTIMO E ÚLTIMO GRAU

O SÉTIMO e último grau consiste em desprezar todos os Sofistas, quais quer que eles sejam, como se eles fosse poeira, (Die das Eitele so lieb haben und die Lügen so gerne), quer dizer que amam a vaidade e procuram avidamente a mentira, que atacam caluniosamente a VERDADE e que desprezam e condenam frivolamente não apenas a SABEDORIA única verdadeira, e por esta razão também o único modo de filosofar com retidão, que nasceu dela, ou o método Teosófico e ortodoxo deste ANFITEATRO DA SABEDORIA eterna, mas também mesmo os amadores assíduos e fiéis, devotos adeptos da VERDADE e da SABEDORIA. E ainda mais, de os considerar todos muito magnanimamente e verdadeiramente filosoficamente como nada, e de os estimar intrepidamente cada um como um vão sopro, de se preparar alegremente e se dispor inteiramente a si próprio para a confissão e para a defesa filosófica da VERDADE legítima (em proporção da graça que DEUS deu), e também de a propagar utilmente à posteridade, de a comunicar como deve ser e mesmo de se congratular em ação de graças por aquilo que o sofista que opina cegamente não compreende mais longe o labirinto do seu erro, e que o verdadeiro e sábio FILÓSOFO existe, que (regulando-se segundo a SABEDORIA ETERNA e a VERDADE) caminha de acordo com a linha reta da Verdade sem nenhum desvio; por fim até que sejamos aprovados pelo muito pequeno número que, teosoficamente doutos, vejam e conheçam sozinhos a VERDADE católica. O que é um sinal, que não deve certamente ser desprezado, da VERDADE.


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Anfiteatro da Sabedoria Eterna - Argumento do Sexto Grau


ARGUMENTO

DO SEXTO GRAU

O GRAU SEXTO faz-nos saber quais são os Bens e os Dons da verdadeira SABEDORIA; quais são os Exercícios para o estudo da Sabedoria, quer dizer da Filosofia verdadeira; qual é a sua Utilização ou o Abuso, o Fruto e o Fim; e quais Tesouros são dados ainda e os seus diversos tipos quando a Doutrina chega realmente aos filhos, segundo a vontade de IAHWEH.


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Anfiteatro da Sabedoria Eterna - Argumento do Quinto Grau


ARGUMENTO

DO QUINTO GRAU

O QUINTO GRAU é aquele pelo qual se pode saber a quem será dada a verdadeira SABEDORIA e a quem ela não será dada; quem é seu aluno fiel, natural e legítimo, quer dizer Teo e Filósofo ortodoxo; quem é sofista; de que maneira ou por qual estudo e por qual método ela deve ser procurada: a quem ela vem e se comunica; com quais ajudas ou meios; quando e de quantas maneiras (Iahweh ajudando e consentindo) ela quer, deve e pode ser obtida ou percebida; se por fim, entre os segredos mais sublimes desta Filosofia mais sincera, Divinamente revelada, existem ou não existem (segredos) que possam ser expostos, descritos, ensinados, revelados e comunicados a outros, e por quem, a quem, porquê ou por quais causas graves, quanto, por quais leis ou condições, como, em quais lugares, quando e quais?


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Anfiteatro da Sabedoria Eterna - Argumento do Quarto Grau


ARGUMENTO

DO QUARTO GRAU

O QUARTO GRAU é aquele onde se aprende a conhecer o que dará a SABEDORIA verdadeira; junto de Qual Doutor ou Mestre, e onde ela deve ser procurada e encontrada; de onde ela vem, em Quais Livros ela é transmitida; de quantas maneiras, desde o início, ela se manifestou a todas as criaturas e principalmente aos Seres Humanos; e, até hoje, em quais lugares ela apareceu, tanto no Macro e Microprosopo a quem ela se ofereceu a contemplar num grande número de vezes, quanto na Bíblia sagrada (e principalmente pelo Entusiasmo pelo qual, sem nenhum engano, vários são verdadeiramente iluminados pelos raios do ESPÍRITO DA SABEDORIA DE DEUS)?


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Anfiteatro da Sabedoria Eterna - Argumento do Terceiro Grau


ARGUMENTO

DO TERCEIRO GRAU

O TERCEIRO GRAU é aquele onde, pela Graça de Iahweh, nos é permitido conhecer e saber, Como e Quanto Bela, Gloriosa e Incomparável é a SABEDORIA ETERNA, única verdadeira, que é a única raiz, o fundamento e o princípio único, único católico e eterno, da Filosofia mais sincera, mais sã e mais verdadeira, e mesmo de toda a TEOSOFIA ou método de filosofar com retidão; para além disso, também, o que é particularmente dito dessa FILOSOFIA verdadeira?


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Anfiteatro da Sabedoria Eterna - Argumento do Segundo Grau


ARGUMENTO

DO SEGUNDO GRAU

O SEGUNDO GRAU é aquele onde, após ter recebido esta Semente Divina (pelo chamamento do DIVINO ELOHIM e a ação de DEUS, o Pai das Luzes), se deve perseverar com felicidade nesta feliz Obediência primitiva, sem que repugne à consciência; depois amar a SABEDORIA ETERNA, única verdadeira, fonte e fundamento único, única católica e eterna, única mãe de toda a Verdade, da Virtude, da boa Sabedoria, da Cognição e da Inteligência verdadeira, e também, por conseguinte, da Filosofia Teosófica infinitamente sagrada, única legítima e verdadeira, tanto pelas coisas da Religião como pelas Artes e as Ciências úteis ao género humano, como também pela Filosofia ortodoxa; com todo o teu coração, com toda a tua alma, com todas as tuas forças e com todo o teu espírito (em consideração do dom benignamente concedido e comunicado), e por todo o tipo de oblação e de tradição de si próprio, e em geral por todo o pensamento ou sentimento vindo do fundo do Ser; continuar ardentemente este estudo; abandonar inteiramente essa sabedoria unicamente humana, carnal, mundana, falsa e estimada pelos seres humanos, inchada pela ambiciosa eloquência, pelos sublimes e sofísticos discursos e as palavras persuasivas daqueles que são hábeis nas ciências, e pelas vãs cores do poder oratório (da qual o apóstolo S. PAULO, por ordem Divina, nos afasta fielmente) que se orgulha soberbamente e se faz rival da SABEDORIA DIVINA e verdadeira; que engana com falsos raciocínios e pela verossimilhança dos discursos, diabolicamente nascida e propagada e divulgada muito perniciosamente pelos seus admiradores, que são o seu órgão (semelhante a ela própria), bastarda, ilegítima e mesmo profana, geradora de todos os vícios, trevas, erros, sedução e confusão dessa pseudo-Filosofia (chamada pelo vaso de eleição do SENHOR, que teve conhecimento do terceiro céu e revelação dos mistérios do Paraíso, Vão engano e decepção), que por vezes triunfa sobre a própria verdadeira SABEDORIA e a rejeita para longe dela, e que tu vês aqui muito bem representada sob as suas verdadeiras cores (ou antes pelas suas produções estercorais, apenas pelas quais ela é caracterizada); odiar o cão e a serpente que é pior; e mesmo severamente e com todas as suas forças, as abominar, as execrar e as detestar; afastar e desviar os outros do culto dessa falsa sabedoria, com todas as suas forças e por uma assiduidade infatigável, ou pelo menos afim de que eles a sigam menos e se agarrem menos a ela; afim de que, na sequência de reflexões, eles comecem a odiar aquilo do qual eles devem fugir agora e sempre.


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Anfiteatro da Sabedoria Eterna - Argumento do Primeiro Grau


ARGUMENTO

DO PRIMEIRO GRAU

O PRIMEIRO GRAU é aquele pelo qual todos os seres humanos, sem excepção, todos, em geral e em particular, por uma afeição viva para com todo o género humano, são fielmente chamados de todas as partes, cuidadosamente convidados a Ouvir com ardor e com o seu movimento próprio o Sábio, quer dizer o verdadeiro e perfeito Teósofo da ETERNA SABEDORIA, única verdadeira, o magnífico e real apologista divinamente constituído e subdelegado; e também a própria SABEDORIA, citada acima; por eles próprios primeiro; em seguida pelo Amor, a Admiração e o Estudo da MAGIA (SOFIA) OU SABEDORIA DIVINA, quer dizer da Filosofia Teosófica, a mais santa e a única legítima e verdadeira; depois no qual ainda, os discípulos a iniciar, pelas causas enunciadas mais acima, são gravemente e reverentemente (com respeito e devoção) acostumados a obedecer sem contradição.


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Anfiteatro da Sabedoria Eterna - Isagoge 2


O presente PRÓLOGO do ESTUDO da SABEDORIA verdadeira, e da maneira de FILOSOFAR com retidão está assimilado à ESCADA mística dos SETE GRAUS ortodoxos, pela qual (DEUS chamando e conduzindo, o GÉNIO estimulando, o TALENTO cooperando, o TRABALHO exato e ativo absolvendo) a doutrina verdadeiramente sábia, tanto pela SABEDORIA verdadeira como pelo seu sábio apologista (segundo o voto muito cândido do próprio Iahweh) ascende TEOSOFICAMENTE à PORTA do dito ANFITEATRO, a qual, apesar de estreita, pequena e desprezada, é no entanto bastante augusta e majestosa; EM e PELA qual todo o filho fiel da DOUTRINA, perseverando constantemente até ao fim ENTRARÁ alegremente, e onde ele OBTIVERÁ felizmente ESTE SOBERANO BEM, Ter-tri-Uno catolicíssimo, quer dizer: primeiramente, a agnição de DEUS e daquele que ele enviou, JESUS CRISTO, e a intelecção exata do Livro da Sacro Santa Escritura; segundamente a cognição de si próprio; terceiramente a cognição do MUNDO maior e daquele que ele deu, seu FILHO, a MAGNÉSIA dos Filósofos, do SUJEITO predestinado e perfeito da PEDRA dos Filósofos, católica ou universal, mais que perfeita pela Regeneração física, com a ajuda da Arte da Química, mais que perfectível; E isto primeiramente: EM e POR DEUS e Aquele que ele enviou, JESUS CRISTO, e pelo Livro da Sacro Santa Escritura; segundamente, em e por SI PRÓPRIO; terceiramente, em e pelo MUNDO maior e Aquele que ele deu, seu FILHO, a MAGNÉSIA dos Sábios TODA EM TODOS (que, por esta razão, Tri-unamente composta por סיהלא ELOHIM tri-um, com um Corpo, com um Espírito e com uma Alma, foi colocado principalmente no Paraíso deste mundo); e do qual ele DESFRUTARÁ Teosoficamente como de um dom e de uma recompensa excelente da sua vitória.

ESTE PRÓLOGO CONTÉM tantos VERSÍCULOS quantos dias há no ano, quer dizer trezentos e sessenta e cinco, afim de que, em CADA UM dos dias do ano inteiro, com uma igual e cuidadosa contemplação, ele seja agudissimamente meditado por aquele que ama sinceramente a SOFIA, considera com todo o esforço do pensamento, e como frequentemente repassado no seu espírito, de modo que este salutar alimento da DOUTRINA TEOSÓFICA, destinado à alma, se transforme numa suave recreação da alma, num alimento da alma muito eficaz, tanto conveniente quanto agradável; assim portanto, pelo espaço de um ano inteiro (porque tu crê realmente que a aquisição da experiência, sobretudo para quem não foi muito recentemente iniciado, não é trabalho de um dia, de uma semana nem de um mês!) e também pela ajuda e a assistência do RUACH-CHOCHMAH-EL, ou ESPÍRITO DA SABEDORIA DE DEUS, enviado pelo Pai das LUZES, que ele não seja saboreado apenas com os lábios, e superficialmente, mas que ele seja profunda e frequentemente ingerido e de novo saboreado, e, para além disso, que ele ensine não somente QUINTESSENCIALMENTE QUAL, QUANTO e COMO SUAVE é a SABEDORIA verdadeira, mas ainda qual é a regra para FILOSOFAR sinceramente; e por fim, e sobretudo que ele faça penetrar a sua DOUTRINA nas mais íntimas profundezas do coração humano.

E ninguém verdadeiramente saboreará facilmente e dignamente estes banquetes sumptuosos e magníficos, e mesmo TEOSÓFICOS, e muito poucos se tornarão sábios se cada um não for previamente, por intermédio de uma reverberação e de uma tribulação suficiente, pelo Amor da Cruz inteiramente humilhado; arrancado à moleza por uma vida austera (e pelas provas do espírito) ao menos insignemente preparado; depois, se ele não é cristãmente lavado na Água das lágrimas da penitência de toda a impureza, até que ele fique limpo e cândido, e se ainda, pela prática da filosofia, todas as vaidades deste mundo imundo não sejam completamente rejeitadas por ele e deixadas longe dele; por forma que ele seja, por este método, tornado espiritual e bem preparado, felizmente disposto para este banquete. É por isso que é preciso que ele se tenha frequentemente testado, severamente examinado, muito exatamente provado e assim suficientemente honesto, constante, irrepreensível, para que ele seja legitimamente recebido no número dos Filhos e dos fiéis da DOUTRINA e da SABEDORIA, e inscrito nos anais, e que ele se associe dignamente e solenemente ao banquete Teosófico e que ele seja considerado por direito próprio no número de convivas. Eis agora o SUMÁRIO desta ESCADA dos sete graus prologéticos.


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Anfiteatro da Sabedoria Eterna - Isagoge 1



ISAGOGE

OU

HIPOTIPOSE

OU

RESUMO

E

ESBOÇO

DO

PRÓLOGO

SEGUINTE

DO

ANFITEATRO

CRISTIANO-CABALÍSTICO

DIVINO-MÁGICO

E

FÍSICO-QUÍMICO

DA

SABEDORIA ETERNA

ÚNICA VERDADEIRA

E ENDEREÇADO

CATOLICAMENTE

ÀS PESSOAS

A TODOS UNIVERSALMENTE,

E A CADA UMA EM PARTICULAR.


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Anfiteatro da Sabedoria Eterna - Prólogo do Sétimo Grau


PRÓLOGO VII.

SÉTIMO GRAU PROLOGÉTICO

Versão antiga ou Vulgata Passagens citadas da Sacro Santa Escritura Nova tradução dos Provérbios a partir do hebreu, e da Sabedoria a partir do grego
346. Não te deleites nas veredas dos ímpios, que a via dos maus não te agrade. Pr 4, 14. 346. Não caminhes nas veredas dos ímpios, e não caminhes na via dos maus.
347. Foge para longe dela, não passes por ela; declina e não pares nela. Pr 4, 15. 347. Deixa-a, não passes por ela; declina para longe dela e passa.
348. (Porque) ela é uma via que é considerada reta pelo ser humano e cujo fim leva à morte. Pr 14, 12. 348. Porque uma via é reta diante dos seres humanos; e o seu fim, via da morte.
349. Mas a vereda dos Justos procede como uma Luz esplêndida, e cresce até ao dia perfeito. Pr 4, 18. 349. Mas a vereda dos Justos, como uma Luz brilhante, progride e ilumina até ao dia perfeito.
350. A via dos ímpios é tenebrosa; eles não sabem onde se precipitam. Pr 4, 19. 350. Porque a via dos ímpios é como trevas; eles não sabem onde caem.
351. (Porque) A velhice é venerável, não (no entanto) pelo comprimento da vida nem pelo número dos anos realizados. Mas o sentido do ser humano são os seus cabelos brancos.
Vers. 9: e o tempo da velhice é a vida imaculada.
Pr 16, 31: A velhice é uma coroa de dignidade; ela encontra-se nas vias da Justiça.
Sb 4, 8. 351. A velhice é honrada, não porque ela obteve o comprimento da vida, nem pelo número determinado dos anos.
Vers. 9: Mas os cabelos brancos são para os Seres Humanos, a Prudência; e o tempo da velhice é a vida sem nenhuma nódoa.
Pr 16. 31: A velhice é uma coroa de glória, ela é encontrada na via da Justiça.
352. É proverbial que o Adolescente seguindo a sua primeira via, mesmo quando for velho não se afastará dela.
Idem 27, 22: Ainda que tu pisasses o louco num triturador, como uma tisana, batendo nele com um pilão, não lhe tirarias a sua loucura.
Porque (Ecl 1, 15), os perversos são dificilmente corrigidos, e o número dos loucos é infinito.
Pr 22, 6. 352. A criança seguindo a sua via, mesmo quando for velha não se afastará dela.
Idem 27, 22: Porque se tu pisasses o louco num triturador como se fosse milho, batendo-lhe com um pilão, não afastarias dele a sua loucura.
E igualmente (Ecl 1, 15), o perverso não pode ser dirigido e o defeituoso não pode ser enumerado.
353. O zombador não escuta quando se raciocina. Pr 13, 1. 353. O escarnecedor não escuta a increpação.
354. Responde portanto ao louco segundo a sua loucura, com receio de que ele se considere Sábio. Pr 26, 5. 354. Responde portanto ao louco segundo a sua loucura, com receio de que ele se considere sábio aos seus olhos.
355. Vale mais, (certamente) encontrar uma ursa a quem tiraram as crias do que um louco confiante da sua loucura. Pr 17, 12. 355. Encontrar uma ursa privada das suas crias é mais a propósito do que o louco na sua loucura.
356. A via do louco é reta aos seus olhos. Mas quem é Sábio escuta os conselhos. Pr 12, 15. 356. A via do louco é reta aos seus olhos; e quem obtempera o conselho é Sábio.
357. Quem (justamente) repreende uma pessoa, tem (com razão) graça (cada vez) que em seguida estiver ao pé dela, mais do que aquele que a engana com a lisonja da sua língua. Pr 28, 23. 357. Quem repreende a pessoa que regride tem mais graça que aquele que a lisonjeia com a língua.
358. A pessoa que desdenha com uma cabeça dura aquele que o corrige, terá uma queda súbita cuja cura nunca acontecerá. Pr 29, 1. 358. A pessoa repreendida que endurece a sua cabeça será subitamente atingida e nunca será curada.
359. Quem caminha num caminho reto e teme Deus é desprezado por aquele que caminha numa via infame. Pr 14, 2. 359. Quem caminha na sua retidão teme Iahweh, mas aqueles que pervertem as suas vias desprezam-no.
360. Os justos abominam as pessoas ímpias, e os ímpios abominam aqueles que estão na via reta. Pr 29, 27. 360. A pessoa iníqua é a abominação dos justos; mas a via reta é a abominação dos ímpios.
361. A simplicidade dos justos os dirigirá e a suplantação dos perversos os arruinará. Pr 11, 3. 361. A perfeição dos retos os conduzirá; mas a perversidade dos prevaricadores os perderá.
362. A fortaleza do simples, via do Senhor e o receio para aqueles que fazem o mal. Pr 10, 19. 362. A fortaleza para o perfeito é a via de Iahweh e o receio para aqueles que cometem a iniquidade.
363. Quem teme o ser humano cairá em breve; quem espera no Senhor será elevado. Pr 29, 25. 363. O temor dos seres humanos cria uma armadilha, e quem tem fé em Iahweh será exaltado.
364. (Porque) toda a palavra de Deus é um escudo para aqueles que esperam nele. Pr 30, 5. 364. Toda a palavra de Deus é provada pelo fogo; ela é um escudo para aqueles que esperam nele:
365. Não acrescentes nada às suas palavras, com receio de que sejas apanhado e considerado mentiroso. Pr 30, 6. 365. Não acrescentes às suas palavras com receio de que sejas apanhado e repreendido como mentiroso.


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Anfiteatro da Sabedoria Eterna - Prólogo do Sexto Grau


PRÓLOGO VI.

SEXTO GRAU PROLOGÉTICO

Versão antiga ou Vulgata Passagens citadas da Sacro Santa Escritura Nova tradução dos Provérbios a partir do hebreu, e da Sabedoria a partir do grego
291. Todos os Bens (atesta o Sábio) Vieram a mim igualmente com (A Sabedoria) ela, e inúmeras honestidades pelas suas mãos. Sb 7, 11. 291. Todos os bens se aproximaram de mim com e ao mesmo tempo que ela, e pelas suas mãos inúmeras riquezas.
292. E eu rejubilei com todas as coisas, e porque esta Sabedoria me antecedia e eu ignorava que ela é a mãe de todas as coisas. Sb 7, 12. 292. Eu rejubilei com todas as coisas, porque a Sabedoria é o seu autor; e eu ignorava realmente que ela própria é a mãe delas.
293. Porque ela é um tesouro infinito para os seres humanos; aqueles que se serviram dela são feitos participantes da amizade de Deus, e são recomendados devido aos dons da Disciplina. Sb 7, 14. 293. Porque ela é para os seres humanos um tesouro inesgotável; aqueles que se serviram dela estão unidos por amizade com Deus e são recomendados por causa dos dons da Disciplina.
294. Ele próprio deu-me a Ciência verdadeira das coisas que são; afim de que eu saiba a disposição do Globo das Terras e as virtudes dos Elementos. Sb 7, 17. 294. Porque Deus deu-me a cognição verdadeira das coisas que estão na Natureza, afim de que eu compreenda a constituição do Mundo e a força dos Elementos.
295. O começo e a consumação e o meio dos tempos, as permutações das vicissitudes e as consumações dos tempos, Sb 7, 18. 295. O começo, o fim, o meio do tempo, as vicissitudes dos solstícios, e a variedade das estações,
296. As mutações dos costumes e as divisões dos tempos, o circuito dos anos e a posição das estrelas; Sb 7, 19. 296. O curso do ano e as disposições das estrelas,
297. As naturezas dos animais e os instintos violentos das bestas e a força dos ventos e as cogitações dos seres humanos, as diferenças dos arbustos e as virtudes das raízes. Sb 7, 20. 297. As naturezas dos animais, os instintos violentos das bestas, a força dos ventos e as cogitações dos seres humanos, as diferenças das plantas e as faculdades das raízes.
298. E eu aprendi todas as coisas que são absconsas e imprevistas; porque a Sabedoria, operária de todas as coisas, me ensinou. Sb 7, 21. 298. E eu conheci mesmo todas as coisas que estão escondidas e não ainda reveladas, porque a Sabedoria, operária de todas as coisas me ensinou.
299. E visto que (A Sabedoria) é uma, ela pode Tudo, e permanente nela própria, renova todas as coisas; e transfere-se entre as nações nas Almas santas e constitui os Amigos de Deus e os Profetas. Sb 7, 27. 299. Visto que ela é Única, ela pode tudo, subsistindo nela própria, ela renova todas as coisas, e transferindo-se em cada época nas almas santas, forma os Amigos de Deus e os Profetas.
300. Porque Deus não ama ninguém, a não ser aquele que habita com a Sabedoria. Sb 7, 28. 300. Deus não ama ninguém, a não ser aquele que habita com a sabedoria.
301. Quando as vias dos seres humanos (homo) forem aprovadas pelo Senhor, ele converterá também à paz os seus inimigos. Pr 16, 7. 301. Quando as vias dos seres humanos (vir) forem aprovadas pelo Senhor, ele tornará também pacíficos os seus inimigos.
302. (Porque) ela é Doutora da Disciplina de Deus, eleitora das suas obras. Sb 8, 4. 302. Porque ela é hábil e iniciada na ciência de Deus e eleitora das suas obras.
303. E se são desejadas as riquezas na vida, o quê de mais rico que a Sabedoria que fez todas as coisas. Sb 8, 5. 303. Que se a possessão das riquezas é desejável nesta vida, o quê de mais rico que a Sabedoria, por quem todas as coisas foram feitas?
304. Se o sentido trabalha, quem mais do que Ela é o artesão das coisas que existem? Sb 8, 6. 304. Se a Prudência atua e produz uma obra, quem é mais artificioso do que ela na constituição das coisas?
305. E se alguém ama a justiça, as grandes virtudes são as suas obras; porque ela ensina a Sobriedade e a Prudência, e a Justiça e a Virtude, junto das quais nada é mais útil aos seres humanos na vida. Sb 8, 7. 305. E se alguém ama verdadeiramente a Justiça, as virtudes são as suas obras; porque ela ensina a Temperança e a Prudência, a Justiça e a Fortaleza, junto das quais nada é mais útil aos seres humanos na vida.
306. Se alguém deseja a multiplicidade da Ciência, ela sabe o passado e estima o futuro; ela conhece os ardis dos discursos e as dissoluções dos argumentos; ela sabe os sinais e os monstros antes que eles apareçam e o que deve acontecer nos tempos e nos séculos. Sb 8, 8. 306. Mais, se alguém deseja usar muitas coisas, ela sabe aquilo que é antigo e conjetura coisas que estão para vir; ela compreende os ardis dos discursos e as explicações dos enigmas; ela prognostica os sinais e os prodígios, e as coisas essenciais das estações e dos tempos.
307. Eu portanto propus-me associar-me a Essa Sabedoria para viver comigo, sabendo que ela me comunicará bens e será a alocução dos meus aborrecimentos. Sb 8, 9. 307. Eu portanto decretei de a juntar a mim como companheira habitual da minha vida, sabendo certamente que ela será para mim a providenciadora dos bens e a consoladora das penas e dos tormentos.
308. Eu terei por causa d'Ela luz nas assembleias, e, jovem, honra junto dos anciãos. Sb 8, 10. 308. Eu adquirirei por causa dela, quer a glória no vulgar quer, jovem, a honra junto dos anciãos.
309. E encontrarão a minha acuidade no julgamento e eu serei admirável diante dos poderosos, e as faces dos príncipes admirar-me-ão. Sb 8, 11. 309. Encontrarão a minha acuidade no julgamento e eu serei admirável diante dos poderosos.
310. Eles pararão, quando eu me calar e olharão para mim quando eu falar; e quando eu for abundante em palavras eles meterão a mão sobre as suas bocas. Sb 8, 12. 310. Eles esperarão por mim, quando eu me calar, escutar-me-ão atentamente quando eu falar, e quando eu me estender longamente, eles pousarão a mão sobre as suas bocas.
311. Eu obterei ainda por Ela a imortalidade, e ficarei em memória eterna para aqueles que virão depois de mim. Sb 8, 13. 311. Por causa dela eu obterei a imortalidade e deixarei a minha memória sempiterna para a posteridade.
312. Eu disporei os povos, e as nações ser-me-ão submissas. Sb 8, 14. 312. Eu governarei os povos, e as nações ser-me-ão submissas.
313. Os Reis terríveis temer-me-ão quando me ouvirem; ver-se-á que eu sou bom na multidão, e forte na guerra. Sb 8, 15. 313. Quando os Tiranos formidáveis me ouvirem tremerão; ver-se-á que eu sou bom na multidão e corajoso na guerra.
314. Tendo pensado nestas coisas em mim, e comemorando no meu coração, porque a imortalidade está na cogitação da Sabedoria, Sb 8, 17. 314. Tendo portanto considerado estas coisas em mim com o maior cuidado da alma, considerando que a imortalidade está na cogitação da Sabedoria,
315. E uma boa deleitação na sua amizade, e honras sem deflexão nas obras das suas mãos, e a Sabedoria na evolução da sua linguagem e a grande reputação na comunicação dos seus Discursos. Sb 8, 18. 315. E uma boa deleitação na sua amizade e riquezas inesgotáveis nas obras das suas mãos, e a Prudência na sua conversação e no seu colóquio, e a glória na comunicação dos seus discursos.
316. Bem-aventurado o ser humano que encontra a Sabedoria, e em quem a Prudência se encontra abundantemente. (É preciso dizer: e que difunde a Prudência). Pr 3, 13. 316. Bem-aventurado o ser humano que encontra a Sabedoria, e o ser humano que produz em luz a Inteligência.
317. Melhor é a sua aquisição e o seu fruto que a negociação do ouro e da prata mais excelentes e mais puros. Pr 3, 14. 317. Porque melhor é a sua negociação que a negociação da prata; o seu produto é melhor que o ouro.
318. Ela é mais preciosa que todas as coisas; e todas as coisas que são desejadas não valem ser comparadas com ela. Pr 3, 15. 318. Ela é mais preciosa que a pérola e todas as coisas desejáveis por ti não se igualam a ela.
319. O comprimento dos dias está à sua direita e as riquezas e a glória à sua esquerda. Pr 3, 16. 319. O comprimento dos dias está à sua direita, e as riquezas e a glória à sua esquerda.
320. As suas vias são belas e todas as suas veredas pacíficas. Pr 3, 17. 320. As suas vias, vias deleitosas e todas as suas veredas, a paz.
321. Ela é a árvore da Vida para aqueles que A tiverem abordado; e bem-aventurado aquele que A tiver. Pr 3, 18. 321. Ela é a árvore da vida para aqueles que A abordam; e bem-aventurados aqueles que A têm.
322. (Porque) a Sabedoria abriu a boca dos mudos e tornou eloquentes as línguas das crianças. Sb 10, 21. 322. Porque a Sabedoria abriu a boca dos mudos e porque ela tornou eloquentes as línguas das crianças.
323. Comigo (diz ulteriormente a Sabedoria Ela Própria) está o Conselho e a Equidade; minha é a Prudência; minha a Fortaleza. Pr 8, 14. 323. Na minha possessão está o Conselho e a Sabedoria, eu sou a Inteligência; minha é a fortaleza.
324. Por mim reinam os Reis, e os fundadores das Leis decretam as coisas justas. Pr 8, 15. 324. Por mim reinam os Reis, e os príncipes decretam a justiça.
325. Por mim os Príncipes comandam; e os poderosos decretam a justiça. Pr 8, 16. 325. Por mim os Príncipes dominam e os príncipes e os juizes da Terra.
326. Comigo estão as riquezas e a glória, a justiça e as obras soberbas. Pr 8, 18. 326. Comigo estão as riquezas e a glória, as coisas estáveis e a justiça.
327. Melhor é o meu fruto que o ouro e a Pedra preciosa; e a minha raça, que a prata pura. Pr 8, 19. 327. Melhor é o meu fruto que o ouro e o obryzum, e o meu produto que a prata pura.
328. Afim de que eu enriqueça aqueles que me amam, e que eu encha os seus tesouros. Pr 8, 21. 328. Afim de que eu torne aqueles que me amam herdeiros perpétuos, e que eu encha os seus tesouros.
329. Quem me encontrou encontrará a vida, e obterá a salvação do Senhor. Pr 8, 35. 329. Porque quem me encontra, encontra a vida e obtém a vontade de Iahweh.
330. Mas quem pecar em mim ferirá a sua alma. Todos aqueles que me odeiam amam a morte. Pr 8, 36. 330. Mas quem peca contra mim despreza a sua alma; todos aqueles que me têm ódio amam a morte.
331. Por mim (com efeito) são multiplicados os teus dias, e os anos serão adicionados à tua vida. Pr 9, 11. 331. Porque por mim serão multiplicados os teus dias, e os anos serão adicionados à tua vida.
332. Meu filho, (admoesta de novo paternalmente o nosso Sábio) que estas coisas não se escapem de diante dos teus olhos. Guarda a Lei e o Conselho. Pr 3, 21. 332. Meu filho, que estas coisas não se afastem dos teus olhos; guarda a Lei e a cogitação.
333. E eles serão a vida da tua alma e o adorno do teu pescoço. Pr 3, 22. 333. E eles serão a vida da tua Alma e o adorno da tua garganta.
334. Então tu conhecerás a Justiça e o Julgamento e a Equidade e todas as boas veredas. Pr 2, 9. 334. Então tu conhecerás a justiça e o julgamento e as retidões e todas as boas veredas.
335. Então tu caminharás fiduciariamente na tua via, e o teu pé não se magoará. Pr 3, 33. 335. Então tu caminharás com confiança na tua via, e o teu pé não se magoará.
336. Se dormires, não temerás; tu repousarás e o teu sono será salvo. Pr 3, 34. 336. Se estiveres deitado não temerás, quando repousares o teu sono será salvo.
337. Tu não serás apavorado por um terror súbito, nem pela irrupção das potências dos ímpios. Pr 3, 25. 337. Tu não temerás um apavoramento súbito, nem que ele venha pela desolação dos ímpios.
338. Porque o Senhor estará ao teu lado e cuidará que o teu pé não seja capturado. Pr 3, 26. 338. Porque Iahweh será a tua confiança e guardará o teu pé da captura.
339. A Sabedoria libertou das dores aqueles que a observaram. Sb 10, 9. 339. A Sabedoria libertou os seus adoradores dos tormentos.
340. Honra (portanto) o Senhor com os teus bens e com as primícias de todos os teus frutos. Pr 3, 9. 340. Honra Iahweh com as tuas riquezas, e com as primícias de todos os teus produtos.
341. E os celeiros serão cheios e as prensas regurgitarão de vinho. Pr 3, 10. 341. E os celeiros serão cheios até à saturação e as prensas serão cheias de vinho até romperem.
342. Bebe a água da tua cisterna e o que corre do teu poço. Pr 5, 15. 342. Bebe a água da tua cisterna e o que corre do meio do teu poço.
343. Que as tuas fontes se dispersem para fora; deriva as águas nos lugares públicos. Pr 5, 16. 343. Que as tuas fontes derivem para fora e divide as águas nos lugares públicos.
344. Possui-as sozinho, e que os estrangeiros não participem nelas contigo. Pr 5, 17. 344. Que elas sejam só tuas, e sem estrangeiros contigo.
345. (Porque verdadeiramente) o fruto dos bons trabalhos é glorioso, e a raiz da Sabedoria não acaba. Sb 3, 15. 345. Porque o fruto dos bons trabalhos é glorioso e a raiz da Prudência não morre.


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