Teosofia Prática - Da leitura em nós próprios

  1. A procura não é o mais importante;
    Mas a sensação, o sabor, o gosto, que nenhuma língua pode descrever e de que o amador não pode conceber os abismos por nenhuma leitura, devem passar para dentro do Ser e aí atravessar o fogo interior;
    Depois disso, poder-se-á passar as suas experiências para o papel.
    Reconhecer-se-á, completamente sozinho, que se sentiu na alma muito mais profundamente do que durante a leitura.
  2. Certamente, com exceção da Bíblia, nós não teríamos necessidade de nenhum livro do mundo, se nós aprendêssemos a ler, em nós próprios, o nosso livro interior dos três PRINCÍPIOS.1
    Porque ele está tão cheio de maravilhas que a língua humana não consegue exprimir e que o ignorante não acreditaria nelas.
  3. É por isso que os escritores iluminados, não encontrando as palavras suficientes, se exprimem por intermédio de analogias tomadas da Natureza exterior, a fim de que o estudante seja conduzido à meditação mais profunda.

Notas

  1. Ver o Anexo Dos Três Princípios. [  ]
[ Anterior ] [ Índice do Capítulo 1 ] [ Seguinte ]

Início » Textos » Teosofia Prática » 1. Do grande mistério » Da leitura em nós próprios